Fim de semana chegando e, cá entre nós, estou exausta.
Essa foi uma semana pesada, mas resta a sensação do dever cumprido.
Além disso, uma amiga virtual que não vejo há muito tempo me fez um e-mail carinhoso, deu notícias, e eu fiquei feliz...
Nesse fim de semana, não vai dar pra descansar muito, mas na semana que vem... é meu aniversário e aí eu vou dar a mim mesma e à minha família um presentão.
Nós todas merecemos...
E nessa ocasiões em que a gente foge do dia a dia, a vida fica mais bonita, o sol brilha mais... são momentos prá curtir...
Com certeza, eu vou ouvir a voz do vento sussurrando no meu ouvido, que eu sou uma criatura privilegiada porque tenho toda a felicidade do mundo, e nada me falta. E, mais uma vez, eu vou agradecer ao Criador...
Até, gente.
O Deus que está no meu coração saúda o Deus que está no coração de vocês.

Escrito por sonia às 00h59
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Devemos evitar a morte, mas não rejeitá-la! ::
Bel Cesar ::
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Recentemente
me surpreendi com Juliane Zaché, jornalista da revista Isto
É,
propondo-se a fazer uma matéria sobre a Morte que não tivesse um caráter pesado.
Conversamos por duas horas. Voltei para casa com a sensação de que havíamos
falado sobre uma “pessoa” que se tornou famosa justamente por raramente sair na
mídia revelando sua vida íntima: sua força secreta, seus medos e anseios. Tomara
que esta pessoa
morte
esteja finalmente podendo se expressar!
(...) O
budismo tibetano não é a favor da eutanásia, isto é, a morte não é para ser
buscada, mas isso não quer dizer que ela deva ser rejeitada. Evitada sim,
rejeitada não. No entanto, quando a morte chega, deve seguir seu curso natural.
Neste sentido, o processo de morte não deve ser prolongado indefinidamente
quando não houver possibilidade de recuperação, mas também não deve ser
acelerado. (...) Segundo o budismo, a questão relevante concentra-se em
gerar condições para que a pessoa possa apresentar estados mentais positivos no
momento de sua morte. A questão, portanto, não é se o corpo vive ou morre, mas
se a mente pode encontrar-se pacífica ou não. Já a medicina ocidental
concentra-se no estado físico da pessoa: o importante torna-se mantê-la viva. A
mente é deixada em segundo plano. Afinal, como cuidar dela se a desconhecemos?
(...)
Lama
Gangchen nos alerta: “Cada vez que temos uma emoção negativa estamos matando a
nossa energia positiva”. Por isso, precisamos desde já, aprender a reagir
positivamente frente aos momentos em que comumente estamos fracos. No próximo
desconforto físico, procure dar a si mesmo uma nova atitude mental. Ter
paciência com nossa vulnerabilidade física é um ato de autocompaixão.
(...) Podemos olhar o processo de morte como uma oportunidade de
crescimento e realização. Em outras palavras: vamos despertar nosso interesse
por oferecer a nós mesmos e a nossos amigos uma morte melhor!
Bel Cesar é terapeuta e dedica-se ao atendimento de
pacientes que enfrentam o processo da morte. Autora dos livros Viagem
Interior ao Tibete, Morrer não se improvisa e O livro das Emoções pela editora Gaia. Visite seu Site Email: belcesar@ajato.com.br |
Escrito por sonia às 19h56
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Hoje é sábado. Aproveitei para não fazer absolutamente nada.
Saímos para almoçar no la mole,na praia de botafogo e voltamos prá casa.
E quando fico em casa, só quero pensar em coisas bonitas. Por isso escolhi esta imagem para ilustrar o meu sábado e antecipar o meu domingo...
Bom fim de semana para todos...
Escrito por sonia às 00h32
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